Inventariar
Identificar e registar as peças e o património tipográfico existentes nos diferentes países de língua portuguesa.
Museu sem fronteiras
O Museu Sem Fronteiras da Imprensa da Lusofonia nasce da vontade de preservar e valorizar o património tipográfico dos países de língua oficial portuguesa.

Máquinas, oficinas, documentos e técnicas de impressão ajudam a contar como a imprensa se desenvolveu em diferentes territórios de língua portuguesa.
O projeto propõe identificar e salvaguardar esse património, dando-lhe uma dimensão cultural comum e encarando o português como uma “língua da multiculturalidade”.
Aqui eu faria um mapa bastante forte visualmente, porque o documento original fala numa primeira fase abrangendo oito países de língua oficial portuguesa. Atenção apenas à data histórica do documento: hoje a CPLP tem nove Estados-membros, portanto não alteraria o conteúdo para nove sem primeiro perceber com o Museu se o projeto foi atualizado.
Identificar e registar as peças e o património tipográfico existentes nos diferentes países de língua portuguesa.
Criar um Museu Virtual da Imprensa da Lusofonia e iniciar a criação de museus e núcleos museológicos nos diferentes países.
Desenvolver uma rede internacional capaz de relacionar as histórias, particularidades e patrimónios de cada país.
O Museu Sem Fronteiras da Imprensa da Lusofonia é anunciado pela primeira vez.
O projeto é apresentado no 1.º Congresso da Democracia Portuguesa, na Fundação Calouste Gulbenkian.
O projeto é apresentado no V Encontro das Imprensas Oficiais de Língua Portuguesa.
O Museu dirige uma carta-apelo aos governos dos países de língua portuguesa para criar condições para o desenvolvimento do projeto. As linhas gerais tinham também sido enviadas à Presidência da República e à CPLP.